quarta-feira, 17 de março de 2010

Além da Taprobana

Entre o final de 2006 e o final de 2007, realizou-se um programa de intercâmbios entre diversos produtores de música electrónica oriundos da Alemanha e de vários países do Sudeste Asiático e da Oceania.

A Alemanha foi o primeiro centro nevrálgico da música electrónica e nos últimos anos voltou a assumir esse papel, com Berlim uma vez mais transformada no "sítio" onde é preciso estar, quando o assunto é música electrónica, sob as suas múltiplas formas.

Consciente desse imenso capital, o Goethe-Institut tomou a iniciativa e estendeu a diplomacia cultural à "club culture" e ao Extremo Oriente.


Projectos deste tipo são felizmente cada vez mais frequentes, mas não posso deixar de notar quão longe estamos de os imaginar a nascerem em Portugal e rumarem até estas paragens extremamente orientais, onde por acaso Portugal até tem ligações históricas de séculos...

Numa altura em que (ainda?) se debate a "refundação" do Instituto Camões, vale a pena conhecer este exemplar caso de abertura e respeito pelas formas menos conservadoras e tradicionais de cultura que o Goethe-Institut deu ao mundo.

Saiba mais sobre esta iniciativa aqui.

Sem comentários: